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	<title>Leandro Campacci</title>
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	<description>Dissertações diversas.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 11 Jul 2011 01:54:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Lixo Eletrônico</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 22:38:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetA tecnologia está aí para ser bem aproveitada, especialmente quando falamos em facilidades para nossas pacatas vidas, seja você da roça ou de uma grande cidade. Ou de lugar nenhum. Antigamente, sei lá há quanto tempo, a carta é o que é o e-mail hoje, que já deu lugar aos comunicadores instantâneos. Recebíamos uma carta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D203&amp;count=vertical&amp;text=Lixo Eletrônico - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>A tecnologia está aí para ser bem aproveitada, especialmente quando falamos em facilidades para nossas pacatas vidas, seja você da roça ou de uma grande cidade. Ou de lugar nenhum.<span id="more-203"></span></p>
<p>Antigamente, sei lá há quanto tempo, a carta é o que é o e-mail hoje, que já deu lugar aos comunicadores instantâneos. Recebíamos uma carta e, ou era fatura de alguma dívida, uma convocação para o exército, um bilhete de alguém secreto ou qualquer merda alheia.</p>
<p>Aí veio o e-mail. Uau! Não preciso mais gastar tinta de caneta, não preciso ficar com um monte de papel na mesa e não tenho mais desculpa quando o banco me cobrar sobre algo que não paguei. Antes podia falar que eram os Correios, mas e agora?</p>
<p>Mas ao mesmo tempo, mais inutilidade vem junto no pacote de (des)vantagens: Correntes de e-mail, e-mail escrito incorretamente, e-mail incompleto, e assim vai indo.</p>
<p>Esses dias fui limpar a caixa das minhas contas; Duas pagas (o mesmo host onde o blog está hospedado) e uma gratuita. O primeiro e-mail era aqueles sacanas de algum espertinho tentando pegar um cego virtual: Sua conta Santander precisa de atualização. <em>Foda-se, que fique desatualizada.</em></p>
<p>Próximo e-mail: Seja um parceiro Cielo. <em>Ah vá, sério que posso ser um parceiro Cielo?</em> Mais um e-mail: Cielo mais cinco vezes. A teclada Delete nunca foi tão usada.</p>
<p>Outro:</p>
<blockquote><p>Olá,</p>
<p>Você está enfrentando dificuldades financeiras na sua vida profissional ou social, então você precisa de ajuda financeira.</p>
<p>Eu sou o Dr. Sam, um homem de negócios na Austrália. Tenho uma empresa de empréstimo legítimos, com escritórios em todo o mundo.</p>
<p>Nós oferecemos os empréstimos não garantidos e segurança com as partes interessadas, parceiros, empresas e sociedades cooperativas. Todos os empréstimos têm uma taxa de juro de 2%.</p></blockquote>
<p>Já conhecia o Tio Sam, agora entra pra família o Dr. Sam. Conheçam o Dr. Foda-se agora.</p>
<p>Continuei a limpeza e achei umas putarias do tipo veja a mulher do BBB 500 pelada na cam e essas coisas. Tinha uns até sexuais para aumentar o tamanho do pênis. Engraçado essas coisas, e tem gente que clica. Nada de interessante, deletei geral. <em>Del Rage</em>.</p>
<p>Mas isto sempre existiu, e filtrando bem, você se livra destas merdas de forma até que fácil. O problema é aquele seu amigo que sempre lhe envia correntes. Repasse e concorra, repasse e seu amor irá declarar-se em uma noite de lua cheia, repasse e nos ajude, repasse e seja mais um idiota.</p>
<p>Na minha caixa, isto tem vida curta. Morre tudo na praia. Se fosse para imaginar uma cena, seria tipo os americanos invadindo a Normandia. Eu sou a artilharia defensiva neles. A grande diferença é que estamos falando de bites querendo fazer a festa no seu computador, com um conjunto de caracteres se transformando em frases completas. E aqui, ao contrário dos Americanos, os e-mails são derrotados, massacrados, mutilados, queimados.</p>
<p><em>Tá bom, comparação idiota</em>.</p>
<p>Mas o e-mail vem, e não contente, algum infeliz começa a responder, e repassa. Incrível. Chega em outra pessoa, e o processo se repete infinitamente até o fim dos tempos.</p>
<p>Será que isto realmente funciona? Vou criar um agora, a cada repasse eu ganho R$ 0,25. Do jeito que as coisas andam, devo ganhar dinheiro fácil ou irei levantar das cinzas e lhe perturbar durante a noite.</p>
<p>Outra coisa que quero testar um dia é transformar aquele e-mail chat em um local de vendas. Vejam só: Alguém manda um e-mail bacaninha de se ler para todo mundo da empresa. Aí 50% do quadro de funcionários respondem, mas com cópia para todos. Às vezes um simples “rsrs” é replicado. E-mail chat, pra que Messenger?</p>
<p>O próximo e-mail que circular assim na minha caixa, vai ter minha resposta nos seguintes dizeres: <em>Vendo Monza 94</em>. Simples e direto. Quando alguém me perguntar quanto eu irei cobrar pelo Monza 94, será outra história, pois nem tenho o carro. Só não serei sem noção a ponto de responder no mesmo e-mail, pois eu passaria a ser xingado por alguém que – sabe-se lá o motivo – se identificou com esta postagem.</p>
<p>Agora seja gentil, se você é um destes que critiquei, avalie sua postura. Entenda que se é para dar parabéns a alguém e tem 500 pessoas na cópia, dê parabéns apenas ao aniversariante. Se quer aumentar seu nível social de forma virtual, jogue The Sims e tenha uma vida pacata por lá.</p>
<p>Se você me mandar aquelas correntes, saiba que se depender de minha opinião, elas vão deixar de existir.</p>
<p>Se você não entendeu nada, deixe seu e-mail nos comentários e vamos aprender na prática.</p>
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		<title>A Saga &#8211; Mas eu só queria um Chip!</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2011 23:38:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetHá algum tempo, eu vinha planejando migrar meu número, deixando de ser um falaaaaaaaador pra ir para aquele time azul e vermelho que recentemente tem feito campanha de marketing com aqueles homens pintados de azul, estilo Avatar. O esperado dia chegou; Céu brilhante em tons azuis, com um ar gelado cortando a pulsação quente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D196&amp;count=vertical&amp;text=A Saga - Mas eu só queria um Chip! - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Há algum tempo, eu vinha planejando migrar meu número, deixando de ser um<em> falaaaaaaaador</em> pra ir para aquele time azul e vermelho que recentemente tem feito campanha de marketing com aqueles homens pintados de azul, estilo Avatar.</p>
<p><span id="more-196"></span>O esperado dia chegou; Céu brilhante em tons azuis, com um ar gelado cortando a pulsação quente de seu sangue, e <em>mais-um-monte-de-frescura-para-encher-o-texto-de-caracteres-que-nada-vão-mudar-na-história</em>.</p>
<p>Para iniciar bem a jornada, nada como um ônibus lotado em pleno domingo. Porra, domingo. Entrei e fiquei de pé na parte da frente, e a putaria ali dentro já estava armada: Parecia um bordel sobre quatro rodas, com menininhas com tanta maquiagem que pensei em futuras Dercy Gonçalves daqui a algumas belas décadas. Zumbis imortais falando palavrão pra <em>[cite seu jargão/palavrão preferido aqui]</em>.</p>
<p>Alguns segundos depois, presenciei uma cena de abordagem policial interessante. Parado no semáforo, uma viatura encostou ao lado do veículo de transporte coletivo, e o senhor policial desceu empunhando sua arma – no bom sentido – e foi em direção a um motoqueiro que na garupa levava sua provável namorada. O cara deveria ser fã do 50 Cent, nem sei como aguentava carregar em seu pescoço aquela corrente que estamos acostumados a usar em nossos portões – para quem tem casa.</p>
<p>Sua namorada ou amiga desceu da motocicleta antes, um belo corpo, diga-se de passagem, com calça jeans embalada a vácuo em sua bunda. Fiquei olhando para aquele cenário por uns 30 minutos, claro. A motocicleta fora encostada no canteiro (pensou que fosse onde?) e o trânsito seguiu. Uma senhora de uns 60 anos dissera que aquilo não deveria ocorrer, afinal, “o rapaz ia passear no shopping com sua namoradinha”. Como ela sabia? Depois a procuro para me auxiliar no acerto da mega-sena. Se ganhar, juro que ela nunca mais irá andar de ônibus.</p>
<p>E a viagem seguiu. Logicamente, mais pessoas entraram no coletivo, mais casais e mais cenas de romantismo sobre quatro rodas (depois de escrever isto, me lembrei de um fato, mas deixarei de lado, use sua imaginação, busque na memória). Teve um casal ao meu lado que falava tão alto que eu poderia sugerir que eles descessem e fosse logo a um motel descabelar o palhaço, afogar o ganso ou como-queira-falar. O final do dia, de fato, deve ter ocorrido assim. Com outras palavras, talvez, menos bregas.</p>
<p>Uma semana depois, chego ao local desejado. Tipo, nem tinha trânsito, era domingo. Minha meta era fazer tudo em trinta minutos, como um agente secreto criado por <em>Tom Clancy</em>, mas ao invés de invadir um sistema soviético, assassinar algum líder local e libertar uma nação, eu só queria um chip novo. E não me vestia tal como algum militar.</p>
<p>No corredor principal, me senti na marginal Tietê em horário de pico, me perguntando onde estava o pessoal da CET para orientar os carros. Um pisca alerta embutido em cada ser humano seria interessante num futuro próximo. Imagina que hilário seria você andar olhando para todas as bundas que visse na sua frente. Gay seria olhar para o traseiro de alguém do mesmo sexo.</p>
<p>Incorporei o espirito de um motorista apressado e filho da puta e fui ultrapassando pela esquerda, depois direita, cortando faixa, indo na contra mão. Se tivesse uma trilha sonora, seria algo como <em>Born To Be Wild</em> para aquele momento:</p>
<blockquote><p><em>I like smoke and lightning<br />
Heavy metal thunder<br />
Racing with the wind<br />
And the feeling that I&#8217;m under</em></p></blockquote>
<p>Algum tempo depois, o GPS imaginário dissera: <em>Destino localizado</em>. Eu ainda estava dentro do prazo, então era comprar o pote de ouro e fazer o caminho inverso.</p>
<p>- Olá,<em> não-quero-pagar-um-valor-fixo-por-mês</em>, você tem Chip Pré-Pago?</p>
<p>O rapaz ao invés de me atender, falava olhando para o público que ali passava. Meu sangue já subiu.</p>
<p>- Não tenho.<br />
- Não?<br />
- Não.<br />
- E onde tem?<br />
- Você pode comprar um pós-pago. Porque não faz isso?<br />
- Não quero.<br />
- Por quê?<br />
- Porque não.<br />
- Mas é barato.<br />
- Mas eu não quero. Onde tem então pra vender o que eu quero?<br />
- Tem ali naquela loja, naquela outra e&#8230; <em>Hmm</em>. O jovem pensou por cerca de 30 minutos. Aproveitei para ir tomar um Cappuccino, comer um pedaço de bolo e ler um jornal para acompanhar as principais noticias do Brasil e do mundo. &#8211; <em>Ali também</em>, completou finalmente.</p>
<p>Soltei um <em>obrigado</em>, mas querendo dizer <em>por que vocês não tem a porcaria do chip na loja que tem a porcaria do nome da empresa</em><em>?</em> Eu acho o cúmulo a decisão de algumas organizações em fazer o consumidor de besta, empurrando o que eles querem vender, e não o que quero comprar.</p>
<p>Segui adiante pela marginal tietê sem cheiro de <em>bosta</em>. No lugar onde seria o rio poluído, havia vários peixes comendo seus lanches tipicamente americanos cheio de gordura e murchos, e ao invés de prédios em cada lado, lojas movimentadas com seus funcionários demonstrando sorrisos falsos, onde o<em> boa tarde, em que posso ajudar?</em> era traduzido internamente em<em> fala logo o que você quer, porra.</em></p>
<p><em>Terra a vista!</em> As cores azul e vermelho com aquele boneco com um chapéu de <em>cangaceiro</em> na cabeça (não, no pé) emergiu como um submarino na minha frente.  Entrei e comecei a selecionar meu alvo: Aquela vitrine onde vendem os telefones móveis. Localizei um aglomerado de gente, pensei que alguém havia morrido – afinal, sempre que morre alguém forma aquele típico aglomerado de gente – mas depois de alguns empurrões, <em>socos e pontapés</em>, finalmente eu estava onde queria estar.</p>
<p>Fiquei parado e ninguém veio me atender, aí chamei uma mulher que se vestia de azul. Expliquei o que precisava e ela disse para eu <em>aguardar um momento por gentileza</em>. Um Call Center ao vivo, presencial.</p>
<p>E esperei. Ocorreu terremoto no Japão, o Vulcão Puyehue entrou em erupção, o <em>Corinthias foi eliminado da Libertadores</em>, os motoristas e cobradores de ônibus entraram em greve, Osama Bin Laden foi morto, o <em>Corinthias foi eliminado da Libertadores</em> de novo, reconstruíram o Japão após o terremoto, ocorreu um acidente na Usina Hidrelétrica Sayano-Shushenskaya – Rússia, Palocci caiu, Barrichello chegou em segundo no grande prêmio de Mônaco,  o <em>Corinthias foi eliminado da Libertadores</em> mais uma vez&#8230;</p>
<p>Aproveitei este momento de reflexão e observei também o comportamento humano ao meu dor: Tatuados, tatuadas. Roupas de agasalho, mini-saias, decotes&#8230; Opa. Vi até a mãe do Stiffler dentro da loja.</p>
<p>Trezentos anos depois, a dita cuja que pediu para eu<em> aguardar um momento por gentileza</em> voltou dizendo:</p>
<p>- Desculpe-me pela demora.</p>
<p><em>Não, tranquilo. Eu esperei aqui, criei raízes e gosto de ficar parado sem fazer nada.</em></p>
<p>- Eu estava verificando e infelizmente não temos mais este item.</p>
<p><em>Sério? Meu Deus, é o fim do mundo, eu não acredito!</em></p>
<p>- Até solicitei ao meu supervisor para ir comprar ao senhor, mas ia demorar mais.</p>
<p><em>Certeza que você estava apenas conversando com seu supervisor? Sei, sei.</em></p>
<p>Falei <em>obrigado</em> (de novo, veja como seu educado), mas querendo dizer <em>por que vocês não tem a porcaria do chio na loja que tem a porcaria de um boneco com chapéu de cangaceiro?</em></p>
<p>Parti em direção para outro local. Já imaginava voltar para casa com as mãos abanando. Mais trânsito pelo caminho, agora com direito a clones de Justin Bieber. Tão escrotos quanto, logo liguei meu MP3 imaginário, selecionando a faixa Bodies, de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=04F4xlWSFh0" target="_blank"><strong>Drowning Pool</strong></a>.<em> Let the bodies hit the floor</em>, segui em frente.</p>
<p>Um aglomerado de pessoas em escala menor. Logo consegui me inserir na sociedade ali presente. Tão rápido quanto avião parado, alguém me atendeu, e melhor ainda, finalmente depois de um século de procura,<em> finalmente</em>, eu conseguia ver o pé de coelho.</p>
<p>Enfrentei uma fila quilométrica para gastar apenas dez trocados, mas faz parte. Paguei, peguei o produto e fiz o caminho contrário finalmente. Por sorte, encontrei um ônibus parado, brilhando, me chamando:<em> Leandro, venha, vamos embora</em>. Fui.</p>
<p>O destino gosta de pregar peças. Todos na fila estavam organizados, mas sempre tem um infeliz para avacalhar. Uma mulher aparentando ter uns 30 anos resolveu cortar caminho. <em>Filha da puta</em>, pensei. O último banco, que seria meu, foi tomado por ela. Mas resolvi fingir que nada tivesse acontecido, e assim ficou.</p>
<p>Três minutos depois a senhora-corta-filas desceu do ônibus, e eu arrumei um cantinho na viagem de volta para casa, depois deste exorbitante safari apenas para comprar um chip.</p>
<p><em>Fim</em>. Troquei de número, e aqui estou compartilhando um grande momento de minha vida. Um pequeno passo para a humanidade, uma grande ecônomia ao meu bolso tão carente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Observações:</strong></p>
<ol>
<li>Não fiz propaganda para a Tim, mas caso a Tim queria, posso fazer propaganda para a Tim, desde que a Tim me pague eventualmente.</li>
<li>Se você não foi capaz de entender/compreender nem 10% das irônias postadas,<strong> <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oHg5SJYRHA0" target="_blank">vai escutar alguma música.</a></strong></li>
<li>Obrigado Google, por me ajudar a achar a música acima. Sabia que um dia poderia usá-la.</li>
<li>É legal ter o item 4 numa lista, mesmo que ninguém leia ou seja totalmente inútil.</li>
<li>Idem aos itens acima.</li>
</ol>
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		<title>O Poder da Rede Social</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:06:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetO uso da rede social ainda é bastante questionado por alguns. Há afirmações de ser perda de tempo e coisas do genêro, mas estes, literalmente não sabem o poder que estão perdendo ao não utilizar tais ferramentas. E não é simplesmente para comunicação entre amigos, envolve trabalho e oportunidades também. Em 1999, surge o Live [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D186&amp;count=vertical&amp;text=O Poder da Rede Social - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>O uso da rede social ainda é bastante questionado por alguns. Há afirmações de ser perda de tempo e coisas do genêro, mas estes, literalmente não sabem o poder que estão perdendo ao não utilizar tais ferramentas. E não é simplesmente para comunicação entre amigos, envolve trabalho e oportunidades também.<span id="more-186"></span></p>
<p>Em 1999, surge o Live Journal, dois anos depois de ser criado o Six Degrees &#8211; que foi registrado como a primeira rede social funcional na web. Bons tempos aliás, internet discada e tudo mais. Cheguei a ter uma conta por lá, me lembro de ter um aspecto mais para blog. Só não lembro o ano em que participei.</p>
<p>O Orkut, quando criado em 2004, foi uma febre aqui no Brasil. Todos queriam convites, queriam participar daquilo que ainda, talvez, não era reconhecido como a rede social que denominamos hoje (pelo menos pela maioria das pessoas). O fato de você se aproximar virtualmente de uma pessoa que não via a alguns anos era algo bastante atrativo. Eu mesmo cheguei a localizar alguém que estudei na sétima série e que estava morando em Londres.</p>
<p>O crescimento de usuários participantes tem sido bastante significativo. É dificil achar alguém que não tenha conta no Facebook, Twitter, Orkut, Last.fm e afins. Mas, como dito no inicio deste post, há quem resista &#8211; porém sem argumentos claros.</p>
<p>Vamos aos fatos: Alguém se lembra quando aquela menina fã do Restart disse que era uma puta falta de sacanagem? Haha, ok, falei dela por referência, mas no mesmo vídeo, surgiu uma pessoa deveras estranha dizendo que iria chingar muito no Twitter. Muitos certamente riram daquela frase, inclusive eu, mas é algo a se pensar. Caso você não se lembre deste episódio, refresce sua memória e <strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=tqp3PKQuYDg">clique aqui</a></strong>.</p>
<p>Ano passado, ainda cursando a fuckyoudade e fazendo o papel de um universiotário, tive que procurar algumas gráficas e serviços relacionados para a impressão de um trabalho final. Localizei uma que considerei ser capaz de me atender e, via e-mail, solicitei um orçamento. Passado algum tempo, não obtive resposta. Fiz login na minha conta do Twitter e colocando o nome da empresa em forma de hashtag (pra quem não sabe, #), reclamei da falta de contato.</p>
<p>Algumas horas depois, recebo uma resposta por lá mesmo, da área de marketing questionando o que havia ocorrido. Depois de uma rápida troca de e-mails, problema resolvido. <strong>FULL OF WIN!</strong></p>
<p>Ainda no Twitter, tive a oportunidade de conhecer o projeto Cena Independente (leia algo <strong><a href="http://www.leandrocampacci.com/blog/?p=172">neste post</a></strong>) e, recentemente, resolvi um problema bancário. Dúvidam ainda de algo?</p>
<p>No meu post anterior, citei a dica do Last.fm. Além dele te indicar sons semelhantes a aquele que você escuta no momento, ele faz uma filtragem geral de seu perfil e te indica usuários compativeis a nível músical, do mundo inteiro e não apenas no território nacional. O Flickr, do Yahoo!, mantém uma linha diferente mas também bastante proveitosa. Através de lá, criei várias amizades até mesmo profissionais para o meu ramo, além é claro, de divulgar o trabalho.</p>
<p>Tais redes, na minha visão, continuam em constante ascensão. Vejo que o Facebook continua crescendo a cada dia, e há pesquisas que comprovam isto. Porém, alguns ainda consideram a ferramenta como algo &#8220;dificil&#8221; ao ser comparada com o Orkut, por exemplo. Este último deixou de ser uma estrela e deu lugar a um motel vagabundo para profiles fakes e coisas piores. Mas, sabendo usar corretamente, ainda existe um bom ambiente para comunicação.</p>
<p>De fato, existem diversas outras redes, cada uma com um objetivo mais especifico do que o outro, mas que de uma maneira geral, mantém o aspecto de socializar o mundo. Em tempo, não seria errado dizer que há amizades virtuais mais verdadeiras do que aquelas presenciais. Aliás, quem aqui lê utiliza e-mail para combinar uma saída com os conhecidos? Ou é celular (voz ou sms), ou as redes sociais.</p>
<p>Infelizmente, ou felizmente, há pessoas que resistam à isto ainda. Os motivos são sempre os mesmos: Perda de tempo, inutilidade e assim vai indo. Mas tendo uma proposta e sabendo utilizar corretamente, as possibilidades de uso são infinitas, assim como as oportunidades. Hoje, muitas empresas tem este aspecto social para, internamente, aproximar as pessoas e as conhece-las. Não enxerga isto quem não quer!</p>
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		<title>O rock morreu?</title>
		<link>http://www.leandrocampacci.com/blog/?p=172</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 00:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Defakto]]></category>
		<category><![CDATA[Ficticios]]></category>
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		<category><![CDATA[Redenção Tribal]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetOntem, antes de cair no sono, peguei meu Nokia 5530, coloquei meus fones de ouvido, abri o Power MP3 e mudei o equalizador para Bass. Misturei todas as minhas faixas musicais e deixei que o programa fizesse uma tracklist aleatória. Logo no começo, tive a sorte (ou azar para alguns&#8230;) de receber três grandes faixas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D172&amp;count=vertical&amp;text=O rock morreu? - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Ontem, antes de cair no sono, peguei meu Nokia 5530, coloquei meus fones de ouvido, abri o Power MP3 e mudei o equalizador para Bass. Misturei todas as minhas faixas musicais e deixei que o programa fizesse uma tracklist aleatória. Logo no começo, tive a sorte (ou azar para alguns&#8230;)<span id="more-172"></span> de receber três grandes faixas que totalizaram quase trinta minutos de um bom som. Sim, cada música com uma média de dez minutos cada, verdadeiros hinos para mim.</p>
<p>Parei mentalmente por um momento e refleti: Será que o rock realmente morreu?</p>
<p>Ao ligar uma rádio hoje, dificilmente escutamos um som de qualidade e que não tenha uma letra ou composição banal. Na TV então nem se fala: MTV virou sinônimo de modinha de crianças que estão se descobrindo como pessoas agora, e o restante dos canais, principalmente os abertos, incentivam de certa forma o som clichê sem sal.</p>
<p>Esses dias abri o site da MTV e fui ver a lista do TOP 10: Não foi surpresa alguma ver aqueles coloridos do Restart liderando o ranking de coisas que você não deveria ouvir antes de morrer. Aliás, a moda emo pegou mesmo heim? Antes eram apenas alguns seres humanos transformados em&#8230; em&#8230; [faltou palavra agora, complete da maneira que achar mais adequada], mas agora é geral, e nem é estranho mais ver uma pessoa com cogumelo na cabeça (ou cabelo, como queiram) vestido de Tiririca pelas ruas.</p>
<p>Papa Roach era uma banda boa. Me lembro ainda da época do CD intitulado Infest, por exemplo, quando a banda ainda não tinha se convertido a moda feminina de maquiagem nos olhos e cabelo lambido com água oxigenada e derivados. Matem a saudade, mesmo com censura (VEVO apoiando a pirataria musical): <a href="http://www.youtube.com/watch?v=j0lSpNtjPM8&amp;ob=av2el"><strong>Clique aqui</strong></a>.</p>
<p>Mas chega de reclamar e dar atenção ao chamado &#8220;cenário alternativo&#8221;, que de alternativo não tem nada. Em dezembro de 2010, fui a um evento chamado Cena Independente, que acontecera aqui em Campinas mesmo, no Taquaral. Com a apresentação de seis bandas, fica claro que a massa realmente não sabe o que é música de qualidade &#8211; e claro, que a mídia empurra o ruim e o público aceita.</p>
<p>Vejam só: Quem está lendo este artigo e conhece a banda Huaska? Se alguém disser mentalmente sim, conto nos dedos. Se literalmente falar sim, também é possível contar nos dedos. Nota: Quando escrevi literalmente dizer, foi no sentido de você falar sozinho de fato. Não te chamo de louco, porque eu também converso&#8230; Comigo mesmo. <em>[/forever_alone]</em></p>
<p>Caso, porém, entretando, todavia&#8230; não conheçam, olá, público, esta é a banda Huaska, e Huaska, estes são os seres humanos que poderão ser salvos de se tornarem emos ou qualquer coisa estranha deste mundo:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/e/54SfF_Iivhk"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/e/54SfF_Iivhk" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>(para saber mais, clique em: <a href="http://www.huaska.com.br"><strong>www.huaska.com.br</strong></a>)</p>
<p>No mesmo dia também rolou som da banda Redenção Tribal, que também é de São Paulo e que também representa a <strong>verdadeira</strong> cena alternativa Brasileira, porém com um som diferenciado, com outras influências (o que jamais deixa de ser bom):</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/e/fFENtuHEYFU"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/e/fFENtuHEYFU" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>(saiba mais clicando em: <a href="http://www.myspace.com/redencaotribal"><strong>www.myspace.com/redencaotribal</strong></a>)</p>
<p>Ainda teve <a href="http://www.myspace.com/osvaletes"><strong>Os Valetes</strong></a>, <a href="http://www.myspace.com/bandadefakto"><strong>Defakto</strong></a>, <a href="http://www.myspace.com/ficticios"><strong>Ficticios</strong></a> e P.U.L.G.A. Claro cada uma com sua identidade sonora, mas todas de qualidade absurda. Porém algo em comum entre todas: Desconhecidas. Quem acompanha meu Flickr deve ter visto fotos que publiquei por lá, e notaram &#8211; talvez &#8211; que não havia público. Dúvida? Esta imagem representa bem:</p>
<p><img src="http://farm6.static.flickr.com/5124/5241794821_0077a7e86b_z.jpg" alt="Banda Defakto" /><br />
(banda Defakto)</p>
<p><em>Ah, mas estava chovendo</em>&#8230; Sim, realmente estava, mas o público total, mesmo com sol, era pequeno. Caso queiram conferir as fotos, <a href="http://www.flickr.com/photos/l-campacci/sets/72157625437341537/"><strong>clique aqui</strong></a>. Quem ficou ali presente mesmo com chuva forte em um determinado momento, era o público fiel que busca qualidade no que escuta. Eu aposto que você não conhecia nenhuma destas bandas, certo? <em>Ganhei!</em></p>
<p>Aí eu me pergunto, e pergunto à vocês: Porque não conheciam esta cena brasileira de bandas de garagem que fazem um som de qualidade? Falta de informações? A mídia que não dá a devida atenção? As possibilidades são muitas, e sinceramente, não consigo listar todas.</p>
<p>No cenário internacional a situação não é muito diferente, mas o que toca aqui é mais do mesmo: Som clichê. Pelo o que andei lendo e conversando com pessoas que moram fora, algumas rádios dos EUA, por exemplo, ainda tocam bandas como Disturbed, Godsmack e afins &#8211; o que é um excelente sinal, ou péssimo dependendo de um ponto de vista: Se lá fora ouve-se qualidade, e aqui não, significa que não temos um nível de cultura aceitável. </p>
<p>E nível cultural é algo realmente tenso. Há aquele trocadilho: Quantos livros você já leu? 1. Quantos BBB já assistiu? 11. Na música é a mesma coisa, mas se tratando de um post com referências ao Rock, deixaremos esta questão de lado.</p>
<p>Ontem, na sequência: Machine Head, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xh1DQR7H2KE"><strong>Descend the Shades of Night</strong></a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=S0ECl8_XL2c"><strong>Halo</strong></a> e Chimaira, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3gl8wQtJp5A"><strong>Six</strong></a>. Insira isto aí na sua playlist e aumente o volume.</p>
<p>Há comentários mundo a fora de pessoas afirmando que, tecnicamente, o rock morreu: Eu diria que não, mas se você é aquela pessoa que gostava apenas de bandas como Kiss e afins, realmente, não há som igual hoje. Aliás, nada é igual a antigamente: Evolução, modernização, época. O funk não é o mesmo, o hip-hop não é o mesmo&#8230; O rock não é o mesmo. Mas se você pesquisar, ainda vai achar bandas com som semelhante por aí, mas no meio Underground.</p>
<p>Dica: <a href="http://www.last.fm"><strong>www.last.fm</strong></a>. Rede social como tantas outras, mas esta é focada na música, e para todos os gostos. Baixe o plugin de seu player, instale e receba indicações de bandas semelhantes. Voilà, seu conhecimento musical vai se expandir tanto ao ponto de algum dia alguém chegar em você e perguntar: <em>De onde você conhece esta banda? Caracas, que som maneiro!</em></p>
<p>Finalizando, não considero que há declinio de um modo geral da qualidade musical, ou que determinado estilo morreu ou algo assim, seja nacional ou internacional. O que há é uma banalização da massa, empurrando qualquer porcaria garganta abaixo e deixando de lado a verdadeira música. É fato também de que não existe um Black Sabbath atual assim como aquele que marcou história, mas aí entra a evolução das coisas também. Bom ou ruim? Depende do seu gosto: Quem viveu aquela época pode não aceitar tais mudanças, mas quem veio ao mundo depois, se adaptou a aquilo que estava no cenário OU foi em busca de algo diferente.</p>
<p>Sintetizando, quem vem ao mundo agora vai nascer escutando o clichê, então &#8211; se o ritmo continuar desta maneira, vamos ter um cenário pior mais pra frente. Salvem-se quem puder!</p>
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		<title>Violência Gratuita?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 18:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetSábado chuvoso aqui em Campinas. Quer dizer, só ficou assim a partir do momento em que em botei meus pés na rua (com um Adidas Campus devidamente calçado, ok, isto não importa) para fotografar. É incrível, a cada dia penso que existe uma nuvem negra e densa sob minha cabeça, só falta cair um raio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D160&amp;count=vertical&amp;text=Violência Gratuita? - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Sábado chuvoso aqui em Campinas. Quer dizer, só ficou assim a partir do momento em que em botei meus pés na rua (com um Adidas Campus devidamente calçado, ok, isto não importa) para fotografar. É incrível, a cada dia penso que existe uma nuvem negra e densa sob minha cabeça, só falta cair um raio agora, projetar um tornado e coisas assim.</p>
<p>Mas não é disto que vou falar não.<br />
<span id="more-160"></span><br />
Ontem assisti o filme Dirty Pictures (2000, Fotos Proibidas). Basicamente, é a história de um fotografo com trabalhos polêmicos, que está sendo processado e pode ir preso por conta disto. Censura? Talvez. Leia a sinopse <a href="http://www.adorocinema.com/filmes/fotos-proibidas/"><strong>aqui</strong></a>, talvez ajude você a entender melhor meu ponto de vista a respeito de situações parecidas.</p>
<p>Bem, vamos lá: Quando citamos censura, podemos levar esta questão a diversas áreas, estender o assunto e criar várias discussões. Mas meu objetivo é mostrar uma visão básica, porque muitas pessoas podem não concordar e criar uma espécie de situação não muito boa, pois acredite, o que mais tem é gente com mente fechada e que não gosta de ouvir ou entender a opinião alheia. Garanto que se você é uma destas, já parou de ler e nunca mais vai voltar a este blog, mas se não for, continue assim &#8211; é disso que o mundo precisa.</p>
<p>Um exemplo atual de quase censura: Gil Vicente expôs na Bienal de 2010, em São Paulo, uma obra cujo qual ele é o assassino de alguns nomes famosos. Tal obra é uma série de desenhos feitos por ele mesmo em cenas que, para algumas pessoas, são consideradas como uma espécie de&#8230; ofensa? violência? Bom, não sei. Segundo a OAB-SP, isto seria uma apologia ao crime (faça me rir, explico depois), e eles queriam impedir a exposição. Heitor Martins, presidente da Fundação Bienal de São Paulo negou o pedido, dizendo que “um dos pilares da Bienal, que vai completar 60 anos, é a independência curatorial e a liberdade de expressão dos artistas. Não vamos exercer nenhum tipo de censura”. [fonte: <a href="http://www.d24am.com/plus/artes-shows/oabsp-pede-retirada-de-obra-polemica-da-bienal/7470">aqui</a>]</p>
<p>Ótimo, excelente! Uma ação que deveria ser mais praticada, de ser contra esta tal de censura. Porque apologia ao crime? Ok, concordo que há um grau de violência, mas oras, é uma obra, é uma arte. Ou querem culpar isto e outras coisas artisticas pela criminalidade que estamos vendo hoje em dia? Só pode. O Brasil é um país muito atrasado mentalmente. Aqui acredita-se que um jogo, um livro ou uma música, por exemplo, cria um ser humano violento&#8230; Eu cresci jogando Grand Theft Auto e ouvindo rock, nem por isto saio por aí roubando carros, matando pessoas em cinemas e queimando moradores de rua.</p>
<p>Em 2008 o famoso Counter-Strike fora proibido aqui no Brasil por “imanentes estímulos à subversão da ordem social, atentando contra o estado democrático e de direito e contra a segurança pública, impondo sua proibição e retirada do mercado”. Ou seja, porque alguém acredita que uma imagem ou série de frames podem te transformar numa pessoa violenta. É claro que somos cegos e devemos arrumar algo para botar a culpa, e esquecer do governo que temos e coisas assim.</p>
<p>Mas aí eu paro e penso (logo, de fato existo): Aquele baile funk que as meninas vão &#8220;dançar&#8221; sem calcinha é super educativo, não? As letras também são sensacionais: </p>
<blockquote><p>Cabeção presta a atenção<br />
Tu quer trabalhar com a mão<br />
Na Revista um poposão<br />
Se concentra cabeção<br />
Tu quer descascar banana<br />
Quer tocar no pepino<br />
Estragando a sua mão<br />
E pirando o cabeção</p></blockquote>
<p>Deise Tigrona é o nome da fera. Imagina o canhão que essa mulher deve ser. Deve ser daqueles que são exibidos em desfiles do 7 de Setembro. Tá, vamos parar de falar dela, nem a conheço e que se dane também. Mas enfim, que letra bem trabalhada, original. Tem outras piores (<a href="http://letras.terra.com.br/deise-tigrona/1322298/"><strong>veja esta</strong></a>), mas citei uma só para ter noção mesmo.</p>
<p>Aí beleza, a meninha vai lá no baile funk causar, vai semi nua (já preparada para roçar a bunda nos tchuchucos), se acasala em público e, além dos riscos, 9 meses depois potencialmente nasce uma criança que vai viver em situações nada agradáveis, no meio da violência e principalmente, sem condições de uma vida digna, afinal, pode ser que a mãe voltou ao baile, deu para mais caras e nem sabe mais quem é o pai.</p>
<p>Então porque diabos querem proibir uma arte de ser exibida numa Bienal (arte verdadeira, que tem estrutura, que tem um contexto, um trabalho e [complete aqui, caso queira]) sendo que há diversos problemas na sociedade e que são infinitamente piores?</p>
<p><em>&#8220;Jovem entra no cinema e mata 5. Policia descobre em seu computador o jogo Doom&#8221;</em>. Sociedade cai em cima deste fato e culpa o jogo eletrônico pelo acontecido, mas a mesma sociedade é cega e ignorante, e não preciso explicar o porque.</p>
<p>Outro exemplo de cenas que são apreciadas no Brasil é o Carnaval. Festa cultural, bonita&#8230; Mulheres, peitos à mostra, bundas&#8230; Sexo. Mas tá aí, todo mundo curte, quer dizer, a grande maioria. Não estou dizendo que isto deve ser algo proibido, e nem que todo funk é ruim. Aliás, o verdadeiro funk é bom, tem conteúdo &#8211; mas a massa desconhece. Mente fechada novamente? Falta de informação? Não sei.</p>
<p>Para quebrar um pouco o texto, antes de encerrar:</p>
<p><object width="640" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5YiPOtOnjTQ?fs=1&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5YiPOtOnjTQ?fs=1&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"></embed></object></p>
<p>&#8230;</p>
<p>Certamente, se é que alguém lê isto além da Júlia (êba!), vai ocorrer uma não concordância com minha conclusão, mas opinião é que nem [haha, complete!]: Cada um tem o seu.</p>
<p>De fato, algum tipo de obra pode gerar violência ou algo negativo? Depende da mente da pessoa. Como eu disse, cresci vendo a violência em jogos, filmes e também, porque não, em algumas músicas. Mas mesmo assim não me tornei tal, e hoje pratico Fotografia, além de ter como sonho uma familia, podendo educar o meu filho da maneira mais adequada possível. É claro que o mesmo, em certa idade, assim como fiz, vai procurar meios de visualizar aquilo que julgo não ser adequado (eu jogava GTA sem minha mãe saber na época, lá em 1900 e bolinhas). </p>
<p>Agora uma criança que cresce, por exemplo, com uma mãe que a deixa junto a algum desconhecido para ir a um baile funk, como faz? Se a mentalidade do pequeno for boa (e isto depende das pessoas ao seu redor, acredito), ele pode ir para um caminho contrário e &#8220;sair&#8221; daquilo. Caso contrário, o ciclo se repete.</p>
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		<title>Bonzinho só se fode. Sempre.</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 16:20:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Offtopic]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetNão, não vou falar de algo relacionado a relacionamentos ou coisas assim &#8211; embora seja a mais pura verdade. Como sempre, o &#8220;bonzinho&#8221; da história &#8211; aquele que procura fazer tudo da maneira mais correta na vida, é o mais prejudicado. Não adianta taxar isto como inocencia, não é definitivamente, mas sim uma questão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D157&amp;count=vertical&amp;text=Bonzinho só se fode. Sempre. - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Não, não vou falar de algo relacionado a relacionamentos ou coisas assim &#8211; embora seja a mais pura verdade.</p>
<p>Como sempre, o &#8220;bonzinho&#8221; da história &#8211; aquele que procura fazer tudo da maneira mais correta na vida, é o mais prejudicado. Não adianta taxar isto como inocencia, não é definitivamente, mas sim uma questão de bom senso e que hoje, infelizmente, é praticada por poucos.<br />
<span id="more-157"></span><br />
Ok, vamos lá: Segunda-feira, vou equipado a faculdade para poder fazer algumas fotografias do por do sol e aproveitar o momento. Imaginando que eu deveria perdir autorização no Campus para fazer imagens de Campinas (É sério&#8230; Só ia usar o espaço que eu pago mensalmente para ter uma vista melhor da minha cidade, que eu também pago através de impostos), lá vai eu na Chefia do local. A primeira pergunta foi épica: <em>Qual será o uso das imagens?</em> Minha vontade era de dizer que eu ia usar as fotos para limpar <em>[complete aqui da maneira que achar mais adequada]</em>. Pois bem, mas não, expliquei detalhadamente sobre um projeto para o final do ano, e que as imagens serviriam para meus portfólios&#8230;</p>
<p>Sou informado então que alguém me acompanhará durante o processo. Que beleza! Por sorte era uma pessoa bem comunicativa e deu para fazer um papo legal sobre diversos assuntos &#8211; inclusive este de que o <em>bonzinho só toma bem no olho do orificio anal</em>. Para colaborar, o tempo estava fechando e eu não consegui fazer as imagens que esperava, mas tudo bem.</p>
<p>Desmontei o equipamento e fui acompanhado até a sala (nossa, me sentia um criminoso neste momento) e no caminho, varias menininhas com mini-saias e decotes mostrando os peitos tirando fotos de si mesmas com suas amigas, certamente para postar em um profile de Orkut da vida e atrair os machos para acasalamento. Fiquei com uma vontade de perguntar para o sujeito que me acompanhava porque elas podiam e eu não (será que elas deram para alguém? &#8211; as fotos), mas deixei quieto, afinal, ele também fazia parte da AABC &#8211; Associação Anônima dos Bestas Certinhos, como somos conhecidos pela maioria ignorante.</p>
<p>Em resumo, voltamos ao primeiro paragrafo, que aí já pode envolver outras questões de um modo geral: Quando mais correto você tenta ser, mais você é ignorado/censurado/esquecido/taxado/filhadaputado (inventei agora)/[insira qualquer termo aqui]. É impressionante! </p>
<p>-</p>
<p>Bem, de qualquer maneira, fiquei feliz pelas imagens que criei no dia. Ao todo foram 30 fotografias, mas como meu objetivo era fazer panoramas da cidade, criei na pós produção 3 imagens da região central de Campinas. E todas elas estarão no projeto.</p>
<p>Querem as ver?</p>
<p>É simples, a primeira estampa esta postagem (agora você entendeu a relação imagem x post, certo?) &#8211; mas ao clicar <a href="http://www.flickr.com/photos/l-campacci/archives/date-taken/2010/10/24/">neste link</a>, você visualiza as demais, em seu tamanho quase original. <a href="http://www.flickr.com/photos/l-campacci/5116516760/">Aqui</a> tem outra também.</p>
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		<title>Preguiça com o que já é fácil?</title>
		<link>http://www.leandrocampacci.com/blog/?p=151</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Oct 2010 18:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetA tecnologia está aí trazendo facilidades para todos nós, a cada dia mais. Porém você já deve ter parado em algum momento pensando algo como: &#8220;Nossa, que preguiça de fazer isso&#8221;. Pois bem, vamos detalhar melhor este aspecto, e voltar alguns meses para contextualizar a situação: Em Maio deste ano, escrevi um breve artigo baseado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D151&amp;count=vertical&amp;text=Preguiça com o que já é fácil? - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>A tecnologia está aí trazendo facilidades para todos nós, a cada dia mais. Porém você já deve ter parado em algum momento pensando algo como: &#8220;Nossa, que preguiça de fazer isso&#8221;.</p>
<p>Pois bem, vamos detalhar melhor este aspecto, e voltar alguns meses para contextualizar a situação: Em Maio deste ano, escrevi um breve artigo baseado no filme Alphaville, que fala justamente sobre a nossa dependência tecnológica. Mas o que isto tem haver? É bem simples.<br />
<span id="more-151"></span><br />
É fato de que a maior parte da população que tem acesso a tecnologia depende dela de uma forma ou de outra, e sendo mais especifico, vou abordar os computadores e a internet. É tão fácil assistir aquela série que você perdeu em algum momento&#8230; Clica ali, faz o download, insere uma legenda caso seu inglês não seja forte ainda e voilà, pronto. Simples, não?</p>
<p>Não, não é. Pelo menos para mim isto se tornou uma tarefa chata e desgastante. E este é o motivo do post. Estes dias baixei uma série via torrent (ok, sei que é um assunto polemico, mas vamos deixar esta questão de lado neste momento), e eram cerca de 17 episódios. Até aí beleza, mas o grande problema veio na divisão dos arquivos: Cada episódio dentro de uma pastinha com <em>x</em> arquivos *.rar para extrair. Ok, lá vamos nós&#8230;</p>
<p>Depois de alguns minutos, fiz tudo isto. Então vou buscar a legenda&#8230; Achei, baixei. Ótimo, para sacanear, a nomenclatura do arquivo de texto estava diferente do vídeo (para quem não sabe, legenda e vídeo devem ter o mesmo nome para serem reproduzidos devidamente pelo player). Então lá vai eu arrumar o nome&#8230; Clicar no que eu achar correto, F2, copiar, selecionar o outro arquivo, F2, colar. Agora sim posso assistir.</p>
<p>O fato é: Gastei pouco mais de 10 minutos para fazer tudo isto, o que tecnicamente é algo super fácil &#8211; mas a preguiça em realizar tais tarefas fora algo sensacional. Aliás, preguiça mesmo é arrumar tags em arquivos de música, mesmo com aplicativos que te ajudam e muito.</p>
<p>Aí voltamos naquela questão: A modernidade nos ajuda (nossos dias são corridos, passam super rápidos), criam vícios que antes não existiam (oras, quando eu era mais pequeno, em vez de estar digitando este texto, estaria jogando bola com os amigos) e, em vez de causa mais disposição (algumas tarefas deveriam ser facilitadas), causam ainda mais preguiça.</p>
<p>É claro, depende de pessoa para pessoa, mas&#8230;</p>
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		<title>Manipulação de Imagem</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Sep 2010 17:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imagem]]></category>
		<category><![CDATA[Edição]]></category>
		<category><![CDATA[Manipulação]]></category>
		<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetUm aspecto legal? Muitos dizem que a imagem deve ser como é (ou era) aquela que saiu no visor ou viewfinder de sua câmera digital ou analógica. Uma questão complexa&#8230; Ok, vamos por partes: Existem N tipos de manipulação; seja aquela para corrigir a luz do ambiente, aquela para retocar alguma imperfeição (a pele, por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D140&amp;count=vertical&amp;text=Manipulação de Imagem - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Um aspecto legal? Muitos dizem que a imagem deve ser como é (ou era) aquela que saiu no visor ou viewfinder de sua câmera digital ou analógica. Uma questão complexa&#8230;<br />
<span id="more-140"></span><br />
Ok, vamos por partes: Existem <em>N</em> tipos de manipulação; seja aquela para corrigir a luz do ambiente, aquela para retocar alguma imperfeição (a pele, por exemplo) e aquela para criar algo totalmente irreal. Claro, estes são tópicos que pensei agora, existem muitas outras possibilidades.<br />
Na última situação, para contextualizar &#8211; basta observarmos revistas (ou semelhantes) de moda e afins. Até a famosa Suzana Vieira com seus tantos anos fica parecendo uma menininha de 18 anos.</p>
<p>Esses dias teve uma palestra (se é que pode chamar isto de palestra, mas enfim) na Unip Swift (Campinas) sobre fotografia de moda. Nada mais foi do que um ensaio ao vivo para centenas de alunos ao som de músicas ridiculas (por isso questionei se foi realmente uma palestra), e no momento de tratamento de imagem &#8211; eis o tão esperado: Tirar o excesso de gordurinhas de modelo siliconada. Oh! <em>Opa, mas pera aí</em>: A menina, segundo o fotografo, fazia academia e tudo mais, mas mesmo assim, o tratamento da imagem contemplou tirar alguns traços originais da pessoa. Neste caso, foram coisas simples, para vender o produto e a perfeição da peça. Nada de mudar da agua pro vinho, por assim dizer.</p>
<p>Mas agora, pegue um exemplo de uma Playboy da vida, ou alguma revita que segue o mesmo estilo (que contenha nudez ou não). O nível de edição literalmente modifica a pessoa, e acreditem &#8211; pode até ser um bom curso da ferramenta Photoshop para pessoas que acreditam em milagres: <em>Já nas bancas: Tente fazer uma pele lisa e perfeita como nós fizemos!</em> <strong>Prêmio mentira do ano</strong>.</p>
<p>Faça um teste simples você mesmo. Fotografe uma laranja e suas imperfeições, de frente. Descarregue a imagem em seu PC ou Mac, e edite a textura no Photoshop ou semelhante. De um lado, deixe a image original, do outro, a edição. Chame alguém comum (um observador normal, alguém que compra impulsionado talvez pela aparência) para analisar a sua laranja. Certamente ela dirá que o lado editado está bonito e mais um monte de coisa, porém ao mesmo tempo, poderá dizer que aquela imagem não condiz com as frutas (neste caso, laranjas) que são compradas na feira.</p>
<p>Vivemos num mundo onde o objetivo é fabricar, vender e faturar. Muitas marcas vão praticar o ato de manipular a imagem para vender um produto, seja este pessoa ou um bem fisico. É claro que a manipulação não se extende apenas neste aspecto ou contexto que citei até então, são vários outros, inclusive o jornalismo &#8211; mas fica para um outro momento. Em breve, posto algo mais detalhado com exemplos reais.</p>
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		<title>7 de Setembro</title>
		<link>http://www.leandrocampacci.com/blog/?p=137</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 19:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetNovamente, aí vem esta data. Comum obviamente que não é, pois trata-se &#8211; segundo a história &#8211; do dia da indepêndencia do Brasil. Como de praxe, em várias cidades do país ocorre o desfile anual, que é uma boa oportunidade para prestigiarmos nosso exército, segurança e afins. Me lembro até hoje do desfile de 2009, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D137&amp;count=vertical&amp;text=7 de Setembro - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>Novamente, aí vem esta data. Comum obviamente que não é, pois trata-se &#8211; segundo a história &#8211; do dia da indepêndencia do Brasil. Como de praxe, em várias cidades do país ocorre o desfile anual, que é uma boa oportunidade para prestigiarmos nosso exército, segurança e afins.<br />
Me lembro até hoje do desfile de 2009, com todos os detalhes &#8211; inclusive aquele que é a respeito do horário. Cheguei tarde, e até localizar uma boa posição para fotografar, perdi bastante coisa.<br />
Bom, tudo na vida existe para nos ensinar algo, certo? Este ano devo chegar mais cedo e aproveitar alguns momentos melhores. Por enquanto, fiquem com algumas imagens do ano anterior (Campinas-SP) que estão no meu Flickr.</p>
<p>http://www.flickr.com/search/?q=7%20de%20setembro&#038;w=34136589%40N05</p>
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		<title>E se&#8230;</title>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 00:45:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Campacci</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Dependencia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[TweetE se você acordasse, e o dia estivesse diferente? Digo, certamente, você tem computador com acesso a internet para ler este post. Bem, quando sua rede cai, você já corre para ligar na sua operadora, certo? Se falam que vão demorar 2 dias para normalização, qual a sua reação? E se neste dia, a resposta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.leandrocampacci.com%2Fblog%2F%3Fp%3D61&amp;count=vertical&amp;text=E se... - Leandro Campacci" class="twitter-share-button">Tweet</a></p><p>E se você acordasse, e o dia estivesse diferente?</p>
<p>Digo, certamente, você tem computador com acesso a internet para ler este post. Bem, quando sua rede cai, você já corre para ligar na sua operadora, certo? Se falam que vão demorar 2 dias para normalização, qual a sua reação?</p>
<p>E se neste dia, a resposta fosse: &#8220;<em>Sr, lamento informar &#8211; mas por problemas técnicos, o Sr. (clichê criado pelas empresas de Telemarketing &#8211; te chamam de Sr. a cada 10 segundos (sic)) nunca mais terá acesso a internet</em>&#8220;.</p>
<p><span id="more-61"></span></p>
<p>Junto com o desenvolvimento da tecnologia, criamos vicios e nos tornamos dependentes de algumas coisas &#8211; e muitas vezes, nem sabemos disto por estarmos já tão acostumados.  Ora, enquanto escrevo este post, estou navegando pelo Orkut em algumas comunidades, escutando um bom <a title="Trip Hop" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Trip_hop" target="_blank">Trip Hop</a> e online no MSN.</p>
<p>Sexta-feira assisti um filme que retrata um pouco a dependencia que algo pode nos causar, e a reação, quando aquilo deixa de existir. <a title="Alphaville" href="http://www.cineplayers.com/filme.php?id=703" target="_blank">Alphaville</a> é o nome do clássico.</p>
<p>Basicamente, confesso: Dependo da tecnologia. Não ando sem meu Nokia 5530, e em breve, tão logo sobre grana, estarei migrando para um aparelho 3G com a mesma banda. Netbook é do tamanho de uma agenda e tão leve quanto. Aliás, por falar em agenda, que prático é ser avisado 30 minutos antes ao som de sua banda favorita, através do celular (ou Smartphone, como queira).</p>
<p>Tempos atrás, eu tinha um modem que por algum motivo queimou. A empresa levou 2 dias para efetuar a troca, e durante este período, voltei na época da literatura e dei uma boa adiantada em Rainbow Six, de Tom Clancy. O fato é, entretanto, que durante aquele período, 2 dias pareciam 4. Só não foi mais porque dedico minha vida para o trabalho, mas esta é uma outra questão.</p>
<p>Então, se um dia você tem alguma dependencia &#8211; mas fica sem o &#8220;item&#8221; de uma hora para outra, qual a nossa reação? Anciedade? Talvez este seja o maior problema, digamos assim.</p>
<p>Este assunto, de uma maneira especifica, aborda mais o tema Dependencia Tecnológica &#8211; mas tente imaginar algo que você SEMPRE faz, ou que SEMPRE te agrada. Depois, imagine você sem aquele momento. Como seria?</p>
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